Sexta-feira (02 de dezembro)

Bellrays (USA), Palco 01, 02:40h

Blues é o professor. Punk é o pregador. Bellrays é emoção e energia, experiência e talento cru, espírito e intelecto. Bob e Lisa Kekaula criaram a banda em 1991, na Califórnia. Eles só queriam tocar e se sentir bem. Então eles levaram para o palco tudo o que sabiam sobre os Beatles, Stevie Wonder, The Who, Ramones, Billie Holiday, Lou Rawls, Hank Williams, Jimmy Reed, Led Zeppelin... Esse é o Bellrays, uma espécie de AC/DC com Aretha Franklin nos vocais. Ou uma Janis Joplin berrando em uma banda que misturasse MC5 e Stooges.



Cidadão Instigado (SP), Palco 02, 01:50h

Um conjunto musical. Revoltado, semi-hippie e alto astral. Criado em 1994 e liderado por Fernando Catatau, o Cidadão Instigado faz um rock influenciado pela música nordestina e pelo rock dos anos 70, além da música romântica “brega” brasileira - o que se evidencia pelo tom muitas vezes melancólico das canções. A banda já lançou três discos e ganhou o Prêmio Pixinguinha. Fernando Catatau também foi o produtor do álbum Iê Iê Iê, de Arnaldo Antunes.



Raimundos (GO), Palco 01, 01:00h

Um dos nomes mais importantes do rock nacional nos anos 90. De volta aos palcos, com a mesma energia e pegada de quando a banda começou. Atualmente a banda é formada por dois membros originais – Digão (guitarra e vocal) e Canisso (baixo) –, o guitarrista Marquim e o baterista Caio (que já tocou em bandas como Sapatos Bicolores e Deceivers). De cima do palco, detonam muito peso, com letras rápidas, repletas de sátiras e ironias e riff’s poderosos.



Os Haxixins (SP), Palco 02, 00:30h

Influenciados pelo rock obscuro dos 60’s, garage punk e psicodelia, os amigos Sir Uly (bateria) e Fábio (guitarra) resolveram montar um repertório “Só com o pedal Fuzz e a coragem”, segundo o próprio Uly, depois de terem feito parte da extinta banda The Merry Pranksters. Surgia então, Os Haxixins, o principal nome da psicodelia nacional na atualidade. Com turnês pela Europa, já lançaram LPs por aqui e por lá e, além do visual retrô, só tocam com equipamentos antigos.



Delinquent Habits (USA), Palco 1, 00:00h

Ao lado de grupos como Cypress Hill e The Fugees, o trio Delinquent Habits, fundado na Califórnia em 1991, se tornou um dos principais nomes do hip hop na metade dos anos 90. Com letras inspiradas no cotidiano e nas ruas, O Delinquent Habits faz duras críticas ao sistema, sem deixar de lado o ritmo quente, com letras de festas, bebidas e mulheres e uma mistura de rap com ritmos caribenhos e chicanos.



Bang Bang Babies (GO), Palco 02, 23:30h

Fazendo um rock cru, direto e sem frescuras, os Bang Bang Babies não negam as influências explícitas de Garage Rock, Proto punk e Surf Music. Na peleja, no mundo maldito do Rock’n’Roll, eles encontraram uma trilha tortuosa de garagens sujas e botecos vagabundos, onde se ofereceram para tocar em troca de drinks infernais de nomes estranhos como Rolling Stones, Blues Explosion, Pussy Galore, Stooges, Thee Butchers Orchestra, Hang the Superstars e sei lá mais o quê..



Hellbenders (GO), Palco 01, 23:00h

Surgida em meados de 2007, Hellbenders é o resultado da junção de 4 jovens que só queriam aproveitar tudo aquilo que o rock and roll poderia proporcionar-lhes: o rock pelo rock. Bebendo da mesma fonte do MQN e dos Black Drawing Chalks, a banda promete um show enérgico, com performances dignas de uma banda de “rock de goiano”, como denominam a forte influência do Stoner/Garage em Goiânia.



BigBang (NOR), Palco 02, 22:30h

Big Bang é absolutamente a maior banda de rock’n’roll dos últimos dez anos na Noruega, e são conhecidos principalmente por seus shows explosivos. Sua discográfica conta com nove discos de estúdio, um disco ao vivo e um DVD. Seu líder, Øystein Greni, é um ex-campeão de skate que vive agora em Los Angeles. As poderosas letras de Greni misturam a influência do rock clássico com um coração jovial, transformando-as em algo próprio, que acompanhado pelas mãos de Olaf Olsen (bateria) e Nikolai Eilertsen (baixo) formam um Power trio de tamanha intensidade tanto em estúdio com ao vivo que só pode ser entendida quando vivenciada.



Oitão (SP), Palco 01, 22:00h

A Oitão foi formada em 2008 e o estilo musical predominante é hardcore/crossover. A pressão aqui vem do som e das letras que falam de problemas do dia-a-dia como violência e corrupção. A Oitão caminha na contramão da moda e mostra que o som pesado e de protesto ainda tem seu espaço.



Space Truck (GO), Palco 02, 21:30h

Liderado pelos irmãos Rogério (voz, baixo e teclados) e Rodrigo Sobreira (guitarra), o grupo foi formado em meados de 2010 e rapidamente conquistou um espaço relevante entre a nova geração de bandas da cena goianiense. Incendiando a noite seja com suas notas pesadas ou grooves dançantes. A banda apresenta fortes influências do hard rock 70 aliadas à sonoridades mais modernas de bandas como Audioslave, The Raconteurs, Wolfmother, The Mars Volta e Muse.



Peixoto e Maxado (SP), Palco 01, 21:00h

Misturando ska e soul, trombone e ukulele, Jamaica e Califórnia, a dupla Peixoto & Maxado, composta por Eduardo Peixe (frontman da SoS, a Sensacional Orchestra Sonora), o Peixoto, e Felipe Machado (da banda de ska paulista Firebug), o Maxado, lança o seu primeiro disco, I Wanna Shoyu. O álbum traz 12 composições da dupla e muitas influências: rocksteady, ska, pegadas latinas e até versões para The Sounds of Silence, de Simon & Garfunkel, Maria Bethania, de Caetano Veloso.



Firefriend (SP), Palco 02, 20:30h

Yury Hermuche (guitarra, vocais) conheceu Julia Grassetti (baixo, violoncelo, piano, vocais) no inverno de 2006, em São Paulo. Alguns meses depois eles lançaram o que depois viria a ser conhecido como o primeiro disco do FireFriend, uma viagem sonora que soa como uma demotape suja cheia de riffs de guitarra e melodias de violoncelo. Desde então, o FireFriend está imerso em uma absurda viagem errada pela música. Todos os cinco membros da banda são viciados em suas coleções de LPs, guitarras, pedais, amplifcadores. Eles também apreciam as qualidades da água, das viagens pelo tempo e pelo espaço, da eletricidade, do jazz, dos escritores e bandas malditas.



The Neves, Palco 01, 20:00h

A banda The Neves nasceu em 2009 com a proposta de explorar o indie e o folk rock, segmentos alternativos em ascensão no Brasil. Em seu primeiro CD, intitulado Nunca mais, por enquanto, dez músicas são compostas por melodias marcantes, arranjos equilibrados, vocais envolventes e construções harmônicas.



Lady Lanne (GO), Palco 02, 19:30h

Há quatro anos na estrada e após algumas alterações na sua formação, a banda Lady Lanne, de Anápolis, vêm concentrando esforços na divulgação de seu primeiro EP, lançado em 2010. Composto por cinco músicas autorais de letras bem humoradas, com pitadas de deboche e ironia, riffs poderosos e grooves dançantes, o EP que recebe o nome da banda apresenta influências que vão do Stoner Rock ao Rock n’ Blues.



Atomic Winter (GO), Palco 01, 19:00h

A reunião de forças e gêneros resultando numa tempestade musical, repleta de agressividade e desejo de renovação. Com quatro anos em atividade os goianos prometem um puta show de hardcore que antecede a gravação de seu primeiro cd.



Black Queen, Palco 02, 18:30h

A Black Queen é um quarteto goiano de garage rock que tem suas maiores influências no rock setentista. O conjunto teve seu início no começo de 2010 ao lançar seu primeiro EP “White Queen”, com 3 faixas.



Chacina, Palco 01, 18:00h

O nome Chacina surgiu com a proposta da banda de fazer letras fortes e agressivas, que permitissem expressar todo o stress vivenciado pelos integrantes no dia-a-dia de cada um e a vontade de fazer um som que buscasse a essência mais pesada de diferentes estilos musicais, flertando com hardcore, rap e metal.

Sábado (03 de dezembro)

Gerson King Combo & Supergroove (RJ),
Palco 01, 02:40h

O “James Brown brasileiro”! Irmão de Getúlio Cortes, autor da música Negro Gato, Gerson King Combo começou a carreira como integrante das bandas de Erlon Chaves, Wilson Simonal e fez parte do embrião da banda Black Rio. Em carreira solo, adotou um nome em referência à banda King Curtis Combo e foi aclamado o rei dos bailes blacks cariocas no fim dos anos 70. Entre seus maiores hits estão Mandamentos Black, Jingle Black, O Rei Morreu. Hoje, é venerado pelos maiores nomes da música negra brasileira e várias de suas músicas servem de base para samplers grupos de rap e funk.



SIBA (PE), Palco 02, 01:50h

Um dos criadores do grupo Mestre Ambrósio, Siba Veloso é um dos mais criativos músicos dessa geração que funde rock, música regional e MPB. Nascido na cidade cosmopolita do Recife, em uma família que até hoje mantém sua forte ligação com suas origens rurais, Siba cresceu entre a cidade e o interior, dois mundos que fazem parte de um mesmo todo. Agora, Siba está lançando seu terceiro disco. Desta vez, o artista volta `as suas raízes roqueiras, tocando novamente a guitarra, instrumento que fez parte do início de sua carreira, quando tocava no Mestre Ambrósio. Avante é o trabalho mais pessoal do artista. Mais cru. Onde ele mais expôs seus momentos pessoais, de vida, de experiências.



Defalla (RS), Palco 01, 01:00h

Formada em 1984, o DeFalla é um dos nomes mais clássicos do rock gaúcho. Amado por uns, odiado por outros, compreendido por poucos. Liderada pelo vocalista Edu K e com influências de hard rock, punk rock, funk, rap, heavy metal e outras misturas mais, a banda ganhou espaço rapidamente no cennário musical. Considerada muito a frente de seu tempo, a DeFalla quebrou paradigmas e abriu espaço a uma geração de músicos e bandas, como Pavilhão 9, Ultramen, Patu Fu e Planet Hemp.



Violins (GO), Palco 02, 00:30h

Uma das maiores instituições do rock goiano e um dos grandes nomes do rock independente nacional. Workaholics musicais, o Violins lança seu sétimo disco, Direito de Ser Nada, que fala sobre simplicidade, um elogio à simplicidade, desde as letras até a concepção das músicas. No palco, novidades como o baterista Fred Valle e a volta do guitarrista Leo Alcânfor, membro fundador da banda e participou ativamente até a gravação do disco Grandes Infiéis.



Claustrofobia (SP), Palco 01, 00:00h

Uma das bandas mais importantes do metal nacional lança no Noise seu novo disco: Peste. Peso, agressividade, mas também qualidade sonora são as marcas de Peste. Soa sujo e old school como um bom álbum de metal de verdade deve soar, é também orgânico e coeso, como toda produção de qualidade deve ser. Riffs intensos e bem trabalhados, solos de guitarra praticamente anormais, toneladas de bateria que mesclam técnica e criatividade entre levadas rapidíssimas e grooves cadenciados inesperados, vocais guturais já tradicionalmente potentes e um baixo bem timbrado que acrescenta o peso certo nas músicas, compõem a trilha sonora perfeita para a forte mensagem que o álbum carrega e descarrega.



Brollies and Apples (RJ), Palco 02, 23:30h

Brollies & Apples é uma orgia organizada: Rodrigo Brandão + Bianca Jhordão (os dois da banda Leela) + Carol Teixeira (escritora, filósofa e colunista da revista VIP) + Fredi Chernobyl Endres (guitarrista da Comunidade Nin-Jitsu e produtor do Bonde do Rolê). E é no palco, musicalmente, que rola a comentada “suruba indie” – os quatro integrantes trocam o tempo todo de instrumentos e de lugar – todos cantam, todos tocam. Em Goiânia, uma novidade: grávida, Bianca dá lugar à escritora Clara Averbuck nessa orgia.



Mechanics (GO), Palco 01, 23:00h

Banda veterana, suja, pesada e apaixonada por tudo aquilo que pode ser identificado como marginal, o Mechanics apresenta uma mudança corajosa no novíssimo 12 ARCANOS. As letras agora são berradas em nossa língua oficial. Esse chute no estômago representa um olhar para os cantos mais obscuros da psique humana. Um surto primal carregado de riffs sujos, pesados, uma poderosa artilharia sonora carregada também por letras incríveis.



Cassim e Barbária (SC), Palco 02, 22:30h

Cassiano Fagundes, do pioneiro combo de alt-folk Bad Folks se uniu aos remanescentes da lendária banda catarinense Pipodélica, Eduardo XuXu, MLeonardo Kothe e Doc Heron, mais o Ambervision Guilherme Zimmer, e formou Cassim & Barbária. Convidada para tocar em importantes festivais internacionais como o SXSW, no Texas, e o CMW, no Canadá, Cassim & Barbária é uma espécie de filha bastarda bizarra da Tropicália, tendo tons menos coloridos, mais distorção, barulho e experimentação, sem deixar de lado as melodias grudentas que Cassiano e sua turma são tão bons em compor.



Kães Vadius (SP), Palco 01, 22:00h

Neol. Psicose, que ataca muitos indivíduos ao mesmo tempo e na mesma região. Os primeiros sintomas foram sentidos em São Caetano do Sul (ABC Paulista) em 1985 quando um bando de Kães-Vadius misturou influências do rockabilly dos anos 1950 ao punk e elementos do blues e jazz. 26 anos depois, ainda não foi descoberta a cura para essa epidemia psicótica que se espalhou pelo país trazendo mensagens repletas de humor negro, sexo selvagem e distúrbios mentais, como num filme de terror classe B.



Beach Combers, Palco 02, 21:30h

Os Beach Combers são uma banda de beat music do circuito independente carioca. Trilha sonora da juventude urbana do Rio de Janeiro. As influências da banda são os timbres dos anos 50 e 60, trilhas de filmes,rockabilly instrumental, The Pops, Link Wray, Dick Dale, Júpiter Maçã. Em seu passeio pela Jovem Guarda, os Beach Combers se destacam na criação de belíssimas versões de clássicos da época.



Bambinos Selvanges (RS), Palco 01, 21:00h

Os Bambinos Selvagens é uma banda gaúcha de rock que iniciou seus trabalhos no fim de 2009. Com alguns shows esporádicos nas principais casas do gênero de Porto Alegre, eles criaram um repertório influenciado no punk sessentista. Do cinema, as artes plásticas, além da música, todos os integrantes são artistas polivalentes. Os integrantes fazem parte da historia do rock underground porto alegrense da última década. Lufe Bollini era o vocalista e compositor da Tomate Maravilha, que junto com Matheus Walter tiveram relevância na cultura rock da cidade nos anos de 2003-2006. Felipe Grim fundou a banda Os Efervecentes, tocou com diversas bandas com destaque para a Bide ou Balde. Matheus Walter é compositor de diversas trilhas de curtas e longas metragens com destaque para Wood&Stock de Otto Guerra.



Diablo Motor (SP), Palco 02, 20:30h

A Diablo Motor é um quarteto com formação clássica de rock ‘n’ roll: vocal, guitarra, baixo e bateria. A sonoridade de suas músicas remete aos anos 70, quando supergrupos de rock e hard rock britânicos e americanos dominavam a Terra, mas as suas histórias são cantadas em bom português e é notável a presença de uma pegada moderna, pesada e por vezes até mesmo pop, o que nos faz saber que estamos diante de um grupo bem diferente da grande maioria encontrada nos dias de hoje.



Vida Seca (GO), Palco 01, 20:00h

O grupo Vida Seca surgiu em 2004, formado por ex-integrantes de um bloco de percussão que usava lixo e materiais recicláveis como instrumentos musicais. Seguindo esta idéia o VIDA SECA busca explorar novos timbres e sonoridades com o lixo e a sucata, pesquisando e relendo ritmos brasileiros e latino-americanos, com influências da música pop e contemporânea.



The Pro (DF), Palco 02, 19:30h

Criada em 2005, The Pro é um dos nomes mais interessantes da cena de Brasília. Trazem influências de he Hives, Los hermanos, Sublime, Oasis, Beatles, The Strokes, The Clash e Devo, mas o sabor principal é do BRock 80. Uma grande banda de “indie rock elétrico”.



The Galo Power (GO), Palco 01, 19:00h

Injeção de adrenalina e lisérgicos diretamente no coração te levando para outra época... um sopro de loucura nos seus ouvidos... eletricidade abundante na atmosfera... viagens inter-espaciais...rock de verdade, som de velho, repaginado e sem modismo...isso é The Galo Power! A banda poderia se auto-intitular de várias maneiras, às vezes como um grupo de Classic Rock, ou grupo de Blues, ou Psicodelia, Hard Rock e vários outros afins, a verdade é que o recém reformulado quarteto passa por todas essas “velhas casas”, bebendo de todas essas fontes e exprimindo nada mais que um Rock n Roll revisado.



Dry (GO), Palco 02, 18:30h

Riffs cadenciados e melodias distintas. Esse poderia ser um resumo do que é Dry. Mas resumos costumam suprimir detalhes, e definitivamente essa é uma banda que não desdenha os detalhes. É notável influências do pesado início dos anos 90, mas também de zonas limítrofes ao rock, como o blues e o funk.



Kamura (GO), Palco 01, 18:00h

Banda composta por Ikaro Stafford nos vocais (ex-integrante da Ankla e Punch), que também conta com Pedro Henrique (Mechanics) na bateria , Marlos Hiroshi (ex-Motherfish e Mechanics) no baixo, Fredox Carvalho na guitarra. Depois de dez anos morando nos EUA e tocando ao lado de bandas como Body Count, Fear Factory, Lamb of God, Hatebreed, Daath, Brujeria, Staticx, Skinlab, Testament, Illnino, Madball e Ozzy Osbourne, Ikaro voltou ao Brasil e se juntou a velhos amigos para montar a banda, que apresenta músicas com influência de rock dos Anos 70, muito metal e old school hard core e finalizando com uma pitada de grindcore.



Darshan (DF), Palco 02, 17:30h

Banda vencedora da Seletiva realizada em Brasília e que contou com mais de 60 inscrições, a Darshan faz rock, grunge, pesado, com letras cheias de antítese e metáforas sobre a vida e sentimentos. O nome foi tirado de um livro de Gandhi, em indiano, significa poder de visão. A banda foi formada em 2005 em Sobradinho - cidade satélite de Brasília.



Doentes do Amor (GO), Palco 01, 17:00h

Uma banda que traz figuras conhecidas da cena goiana. Afonsin (ex-Restos da Cultura Proibida), Pompeu (ex-Primeira Pedra), Ivan Pedro (ex-NEM). O DDA é a versão século XXI para a extinta Doentes a Procura da Cura – banda que iniciou a onda gótica em Goiânia a partir de 1986 e que deixou saudades numa reduzida parcela da população goianiense. Gótico, pós-punk, baterias programadas, fritações, doenças, amores.